A ciência que sustenta a Medicina Tropical tem muitas mãos femininas e começa, muitas vezes, na curiosidade de uma menina que decide fazer perguntas.
São pesquisadoras que investigam surtos, sequenciam vírus, acompanham ensaios clínicos, desenvolvem novos diagnósticos e trabalham para que o conhecimento chegue a quem mais precisa, especialmente em contextos de maior vulnerabilidade.
No Brasil, as mulheres já são maioria entre bolsistas de mestrado e doutorado. Ainda assim, a presença diminui nos cargos mais altos da carreira científica. Enfrentar essas desigualdades também significa criar caminhos para que mais meninas permaneçam e avancem na ciência.
Na SBMT, temos orgulho da forte participação feminina, das pesquisadoras que ajudam a construir respostas para arboviroses, malária, tuberculose, doença de Chagas e outras doenças tropicais. Valorizar mulheres na ciência é fortalecer o presente. Incentivar meninas é cuidar do futuro da saúde global.




